Somos

A Vida sem prazos de validade ganha agora contornos comunitários e expande o seu público-alvo.

Com o projeto Trepadeira, a Associação Cabelos Brancos abraça daqui em diante a filosofia de que a Vida sem prazos de validade não é apenas das pessoas, mas também da Natureza.

A Cabelos Brancos vê na Trepadeira a possibilidade de cruzar duas agendas: a sua, social, com a ambiental.

A reinvenção e inovação faz parte do ADN da organização e, nessa medida, a Cabelos Brancos vê no cruzamento da Sociedade com o Ambiente uma excelente oportunidade de complementaridade e de fortalecimento mútuo.

Nessa linha, a Trepadeira afirma-se enquanto projeto comunitário que visa forrar os muros da divisão e da indiferença & unir todas as gerações em torno do debate ambiental.


Como?
- Podemos fomentar práticas intergeracionais que desmistifiquem mitos e estereótipos com um tema que diz respeito a todos: a preservação do planeta que habitamos;

- Podemos consolidar a identidade desta comunidade, promovendo a coesão entre todas as gerações deste território;

- Podemos englobar todas as idades na narrativa da sustentabilidade.

Através de uma agenda sociambiental criativa, o propósito da Trepadeira é envolver as crianças, os jovens, os adultos e as pessoas mais velhas da comunidade São José/Santa Marta e zonas adjacentes na busca de soluções que promovam uma consciência ambiental intergeracional.


A Trepadeira compromete-se a:
- Desconstruir a linguagem que utilizamos para falar sobre Ambiente, tornando-a mais acessível, independentemente da idade;

- Envolver esta comunidade na diminuição da sua pegada ecológica através de uma melhor gestão da água usada, da energia gasta e dos resíduos produzidos;

- Reunir esta população tão etariamente diversa em encontros informais semanais para debate e busca de soluções colaborativas;

- Organizar eventos mensais que conjuguem passados, presentes e futuros e, assim, liguem pessoas e temas aparentemente divergentes.


Este projeto conta com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, no âmbito do Programa BIP-ZIP – Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária de Lisboa 2019-2020 e com a Junta de Freguesia de Santo António e Loving the Planet enquanto parceiros oficiais.

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Bio

Luísa Pinheiro

Nasceu entre serras, no distrito de Viseu, num luminoso Agosto de 1977.

É na natureza que encontra inspiração e o perfeito equilíbrio que almeja para uma sociedade de todos e para todos.

O destino levou-a para a capital, que fez também sua, aceitando a saudade de tempos em que novos e velhos viviam em harmonia e entreajuda.

Licenciou-se em Sociologia / Política Social pela Universidade de Lisboa, seguindo a voz que a chamava à responsabilidade humana.

Tem uma visão inclusiva e participativa da sociedade, onde não falta espaço para a inovação social, na área do envelhecimento e intergeracionalidade, cidadania e educação.

Desde 2015 que é co-fundadora e diretora da associação Cabelos Brancos, que tem como slogan e causa "A vida sem prazos de validade."

Um dia espera regressar às suas montanhas para cumprir o sonho de sempre: tornar-se pastora.

 

Bio

Margarida P. Marques

Ouvir e contar estórias é a sua paixão aos 24 anos. As estórias enquanto tentativas de compreensão dos outros: no que acreditam, o que os enforma e interpela, o que os move e comove.

Licenciada em Ciências da Comunicação, na vertente de Jornalismo, sempre foi a entrevista o seu género jornalístico de eleição e o Ambiente a sua área de interesse. 

Após o 12°ano, não encontrou um curso de Jornalismo Ambiental em Portugal, mas não foi isso que a impediu de se cultivar nesta área. A par das experiências jornalísticas na revista de biodiversidade Wilder e nas secções de Ambiente e Ciência no jornal Público, complementou a sua formação com vários workshops, seminários e conferências nacionais e internacionais para trilhar o seu caminho numa estrada pouco percorrida. 

Entre todas essas experiências, a mais marcante foi, sem dúvida, a participação na cobertura da Conferência Mundial de Jornalistas de Ciência, em São Francisco (EUA), em 2017.

Para a Margarida, é o cruzamento do diferente e do improvável que torna a vida interessante. Talvez seja por isso mesmo que o Ambiente a fascina: por ver nele tanto interdisciplinaridade como pluralidade.